É que tem algo prendendo meu peito ao seu
Como uma corrente de sangue, veias drenando
E é como se tivesse um véu cobrindo o céu
Um escuro tom de bruma, demônio arfando
E as costas, que costas sedentas de algo mais
E os braços, se movendo como Chiva faz.
Aquietando os anjos, dormem os deuses
Enquando as danças do inferno me preenchem
E a dança dos cosmos desfeitos que não temem
O passar de séculos, decanos, anos, meses
A quietude vai se aquietando e mordendo
A serenidade vai se queixando, morrendoEscutando o som da cidade em sina torpe e terna
Revirando e caçando corpos que caem por terra.