sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Mas...
Eu sinto que não tenho mais os olhos abertos ou fechados.
Apenas olho pra tudo sem sentido algum.
E ao abstrair do sentido, eu me acometo do vazio e a mim mesmo imponho um nada não merecido.
E eu não tenho mais palavras para torcer. Nem tenho sentidos para distorcer.
Só essa falta de sentido singrando o peito de carne e osso e nada mais.
Não sou nada além de mim mesmo e da minha vendeta.
Eu disse um dia a ela: “Por ti eu adormeço a minha espada e a minha vingança. Por ti eu dou termino ao sangue e à dor.”
Sem ela, eu só tenho a minha vendeta e a distorção, o retorço e o acaso.
“Gosta do acaso? O acaso é só mais um boneco de fios. Tão ridículo quanto e tão utilizável quanto.”
Mas digo isso só pra irritar... -risada-
Apenas olho pra tudo sem sentido algum.
E ao abstrair do sentido, eu me acometo do vazio e a mim mesmo imponho um nada não merecido.
E eu não tenho mais palavras para torcer. Nem tenho sentidos para distorcer.
Só essa falta de sentido singrando o peito de carne e osso e nada mais.
Não sou nada além de mim mesmo e da minha vendeta.
Eu disse um dia a ela: “Por ti eu adormeço a minha espada e a minha vingança. Por ti eu dou termino ao sangue e à dor.”
Sem ela, eu só tenho a minha vendeta e a distorção, o retorço e o acaso.
“Gosta do acaso? O acaso é só mais um boneco de fios. Tão ridículo quanto e tão utilizável quanto.”
Mas digo isso só pra irritar... -risada-
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